Fidel (Novembro de 2016)



Ontem, quando bebia o café em frente à televisão, de manhã cedo, preparando-me para sair para uma reunião, vi que o Fidel tinha morrido. Não consegui evitar uma lágrima. O meu filho, ao ver a cena, perguntou se estava triste e porquê. Expliquei-lhe que tinha morrido um herói, um camarada, de certa forma um amigo. Deu-me um grande abraço de consolo.

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